Evangelho segundo Mateus






O Evangelho de Mateus é o primeiro dos quatro evangelhos do Novo Testamento e um dos três chamados de sinóticos, junto com o Evangelho de São Marcos e o Evangelho de São Lucas.
Os evangelhos são tradicionalmente impressos com São Mateus em primeiro lugar porque, segundo Santo Agostinho, era esse o mais antigo. É seguido pelo Evangelho de São Marcos, Evangelho de São Lucas e Evangelho de São João, nessa ordem. Para o uso litúrgico na Igreja Católica Romana, os evangelhos são apresentados desde o Concílio Vaticano II num livro chamado de lecionário.
Esse evangelho reúne as palavras e ações de Jesus Cristo, ordenadamente. Segundo São Jerónimo, o evangelho foi escrito em hebraico, contudo, actualmente, muitos autores reunem evidências de que o mesmo tenha sido escrito em grego. A paternidade literária desse livro é atribuída tradicionalmente a Mateus, um cobrador de impostos a quem Jesus chamou para que o seguisse como um de seus apóstolos.
Contudo, os estudiosos bíblicos modernos sugerem que possivelmente esse livro, da mesma forma que outros do Novo Testamento poderiam ser de autores anônimos que utilizavam seja as tradições sejam os documentos pré-existentes do autor a quem se credita o livro, e no momento de compilar sua edição definitiva, utilizando um costume literário da antigüidade, o faziam sob o nome do autor cujos relatos tinham sido recolhidos.
É neste evangelho que temos o belíssimo Sermão da Montanha, muito destacado nos ensinamentos cristãos.
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